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sábado, 28 de junho de 2014

Alvorada, Transcêndencia, Ressurreição da alma


O Céu está negro,
o vento sopra forte e assim o mar está bravo;
as velas são abaixadas,
a embarcação, em alto mar, à deriva navega,
ora a bombordo, ora a estibordo, 
e as ondas embatem com violência
no porão e na proa.
As horas vão passando,
é já pequeno o pavio das velas
e o medo parece vencer.
Timidamente começam a surgir os primeiros raios de Sol.
O céu azul fica,
o mar e o vento
acalmam, as velas são içadas,
as ondas amainam
e a embarcação retoma a sua rota.
O medo é vencido pela fé, abnegação (Caridade), e pela perseveransa (esperança)
Alvorada, transcêndencia, ressureição da alma!!!

Teófilo
Imagem in glademirstocco.blogspot.com                                 Imagem in giselepontes.blogspot.com

2 comentários:

Rogério Paulo Peixoto disse...

Alvorada, transcêndencia, ressureição da alma!!!!

Brilhante Epílogo onde a onda da fé, embala a embarcação da esperança e Humanidade em geral.


gostei bastante!!

Unknown disse...

Obrigádo caro amigo Rogério, do fundo do coração.
Aliás, não foi por acaso que eu escolhi como pseudónimo o nome Teófilo. Nota-se neste poema, o porquê de escolher Teófilo e o que quero propôr na arte dos nossos tempos. Pois sou apologista daquilo que defendia o filosofo péssimista e poéta alemão, do século XVIII e XIX, Arthur Schopenhauer, isto é, de que só há arte quando existe metafísica.
E hoje, na poesia, alguns pensão que "fazem" poesia mas no fim de contas não fazem nada.