Imperam no âmago
a angústia e a ausência de ser, o nada,…
Apenas a Lua, sorridente, e o frio me fazem companhia…
… no horizonte, avisto o firmamento, o infinito.
Simplesmente só; nada mais me resta a não ser a esperança
e o prazer da contemplação,
nessa fria e alegre noite bendita.
No nada, no silêncio, o tudo; enfim… a solidão
que me aumenta a esperança de tão desejado abraço,
de tão desejado reencontro.
Feliz noite, bendita solidão,
ditosa aurora.
(Poema escrito para públicar no Jornal O Teologo, da faculdade de Teologia da Universidade Católica do Porto, a convite do seu director.)
Teófilo
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