As horas vão passando....
Na existência do nada, que me envolve, e que nada
mais é se não inexistência, ausência de ser,... o ser, o tudo.
Apenas eu e tu... aqui bem perto um do outro.
Impera no meu intimo o silêncio
ensurdecedor da tua voz, do teu amor,num abraço,
sem presença física.
Tornas-te presente, com a tua omnipresença
em minha alma; com esse abraço.
Assim com simplicidade e perspicácia
purificas-me o âmago, fazendo-me sentir cada
vez mais sequioso de ti; com teu abraço.
Eu?
Eu simples ser deixo-me aquecer pelo calor do teu abraço
e curvo-me então diante de teu ser.
Sinal de simbiose perfeita.
Teófilo
"Todo poeta é teologo e filosofo; tudo aquele ou aquela que pensar o contrário não passa de uma simples criança que apenas brinca com as palavras sem saber o que diz, o que escreve e talvez o que sente." (Teófilo) "Tudo vale a pena quando a alma não é pequena" Fernando Pessoa
segunda-feira, 30 de junho de 2014
sábado, 28 de junho de 2014
Alvorada, Transcêndencia, Ressurreição da alma
O Céu está negro,
o vento sopra forte e assim o mar está bravo;
as velas são abaixadas,
a embarcação, em alto mar, à deriva navega,
ora a bombordo, ora a estibordo,
e as ondas embatem com violência
no porão e na proa.
As horas vão passando,
é já pequeno o pavio das velas
e o medo parece vencer.
Timidamente começam a surgir os primeiros raios de Sol.
O céu azul fica,
o mar e o vento
acalmam, as velas são içadas,
as ondas amainam
e a embarcação retoma a sua rota.
O medo é vencido pela fé, abnegação (Caridade), e pela perseveransa (esperança)
Alvorada, transcêndencia, ressureição da alma!!!
Teófilo
Imagem in glademirstocco.blogspot.com Imagem in giselepontes.blogspot.com
quinta-feira, 26 de junho de 2014
Deus É o poeta
Em cada vereda trilhada pelo poeta,
em cada verso, duo, terceto, quadra,
quintilha, sextilha...
Aí está sua alma.
E aí está Deus!!!!!!
Pois Deus É o poeta,
e o poeta simples caneta
que Deus Usa
para escrever o seu poema.
em cada verso, duo, terceto, quadra,
quintilha, sextilha...
Aí está sua alma.
E aí está Deus!!!!!!
Pois Deus É o poeta,
e o poeta simples caneta
que Deus Usa
para escrever o seu poema.
Sábio Oleiro
Sou feito de barro
frágil; produzido
pela minha causa
eficiênte e ao mesmo tempo, animado,
moldado
pela Causa Primeira.
Como que um vaso de barro
que é moldado
pelas mãos do Sábio Oleiro.
Teófilo
frágil; produzido
pela minha causa
eficiênte e ao mesmo tempo, animado,
moldado
pela Causa Primeira.
Como que um vaso de barro
que é moldado
pelas mãos do Sábio Oleiro.
Teófilo
Imagem in mocidadeat-ipcn.blogspot.com
Carícia
Vela acesa
Caminhava sobre a calçada
e reclinava a minha cabeça
sobre o teu regaço.
Sentia então teu amor por mim.
Tu sorrias-me acariciando-me,
com tuas mãos maçias e ternurentas,
o rosto barbodo
de homem de dura serviz.
(Teófilo)
Caminhava sobre a calçada
e reclinava a minha cabeça
sobre o teu regaço.
Sentia então teu amor por mim.
Tu sorrias-me acariciando-me,
com tuas mãos maçias e ternurentas,
o rosto barbodo
de homem de dura serviz.
(Teófilo)
Sorriso Misterioso
A noite cai, e invade-me o âmago...
... eu, de vela acesa, em punho,
por entre campos de milho,
prontos a colorirem a eira
na a desfolhada, fujo na esperança
de me ocultar, de a teus olhos passar despercebido
... Contudo, ao virar de cada espiga,
aí te encontras e me sorris.
Eu perplexo, sem saber que dizer e pensar, diante do Tremendum Mistério
de teu amor, lanço-me em teus braços sem nada recear.
(Teófilo)
(Ao poeta Daniel Faria que viveu na casa onde hoje vivo)
Foto in www.genteemercado.com.br
... eu, de vela acesa, em punho,
por entre campos de milho,
prontos a colorirem a eira
na a desfolhada, fujo na esperança
de me ocultar, de a teus olhos passar despercebido
... Contudo, ao virar de cada espiga,
aí te encontras e me sorris.
Eu perplexo, sem saber que dizer e pensar, diante do Tremendum Mistério
de teu amor, lanço-me em teus braços sem nada recear.
(Teófilo)
(Ao poeta Daniel Faria que viveu na casa onde hoje vivo)
Foto in www.genteemercado.com.br
terça-feira, 24 de junho de 2014
Noite Gloriosa
Imperam no âmago
a angústia e a ausência de ser, o nada,…
Apenas a Lua, sorridente, e o frio me fazem companhia…
… no horizonte, avisto o firmamento, o infinito.
Simplesmente só; nada mais me resta a não ser a esperança
e o prazer da contemplação,
nessa fria e alegre noite bendita.
No nada, no silêncio, o tudo; enfim… a solidão
que me aumenta a esperança de tão desejado abraço,
de tão desejado reencontro.
Feliz noite, bendita solidão,
ditosa aurora.
(Poema escrito para públicar no Jornal O Teologo, da faculdade de Teologia da Universidade Católica do Porto, a convite do seu director.)
Teófilo
Imagem in www.denverpost.com
a angústia e a ausência de ser, o nada,…
Apenas a Lua, sorridente, e o frio me fazem companhia…
… no horizonte, avisto o firmamento, o infinito.
Simplesmente só; nada mais me resta a não ser a esperança
e o prazer da contemplação,
nessa fria e alegre noite bendita.
No nada, no silêncio, o tudo; enfim… a solidão
que me aumenta a esperança de tão desejado abraço,
de tão desejado reencontro.
Feliz noite, bendita solidão,
ditosa aurora.
(Poema escrito para públicar no Jornal O Teologo, da faculdade de Teologia da Universidade Católica do Porto, a convite do seu director.)
Teófilo
Imagem in www.denverpost.com
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Manhã cinzenta
Manhã cinzenta....
As aves voam agitadas
anunciando tempestade.
Cigarro atrás de cigarro,
reflexo do âmago
à deriva,
em alto mar.
Por andas tu, ó minha alma?
Vem!
Faz-me renascer de novo pela tua água
e pelo teu fogo.
Vem ter de novo comigo!
Afim de que reclinando
a minha cabeça em teu regaço
falemos de novo de amor como nunca falamos outrora.
Inunda-me de novo, de Vida.
(Teófilo)
As aves voam agitadas
anunciando tempestade.
Cigarro atrás de cigarro,
reflexo do âmago
à deriva,
em alto mar.
Por andas tu, ó minha alma?
Vem!
Faz-me renascer de novo pela tua água
e pelo teu fogo.
Vem ter de novo comigo!
Afim de que reclinando
a minha cabeça em teu regaço
falemos de novo de amor como nunca falamos outrora.
Inunda-me de novo, de Vida.
(Teófilo)
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