e o mesmo se sente sequioso de Ti, da fonte de agua viva
que és Tu… não há vento nem escuridão, que me metam medo, que me impeçam,
de te seguir para onde quer que Vás, como um filhinho pequenino que corre atrás do Papá,
e a cada canto me escondo quando olhas para trás, afim de ver quem te segue… nesse momento eu, sem tu te aperceberes, apercebendo-te, observo todos os teus gestos e escuto tudo o que dizes.
As tuas palavras e os teus gestos são para os meus, até nossos, ouvidos e olhos como que o mel para a boca.
Então ergo a minha face para o firmamento que está acima dos mares e os olhos ficam iluminados pelos luzeiros que criastes e iluminam os passos do meu coração, outrora errantes, em plena noite; ao mesmo tempo contemplam a lua que criastes para presidir à noite…
que no fundo és Tu, é a Luz do Teu rosto que rasga as trevas que me vão na alma, no intimo do meu ser; fruto de versos alheios.
Sei lá por que razão da sem razão de versos desaparelhados do poema.
Todavia as palavras saem-me do coração, como uma flecha disparada por um arco, em direcção ao teu íntimo.
O mesmo me fazes, criando um diálogo em que apenas o Amor fala.
Dessa forma questionei-Te, tal como Pedro e Tu Respondeste-me em Grego:
εβδομήντα φορές το επτά
Setenta Vezes mais."
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